É um dado alarmante: 40% dos entregadores por aplicativo já sofreram algum tipo de acidente. Isso revela a dura realidade de quem vive diariamente no trânsito — exposto a riscos constantes, jornadas exaustivas, entregas mal remuneradas, ruas em más condições e ainda convivendo com imprudências de motoristas. Para o entregador, o acidente não significa apenas dor física: ele também pode representar a perda imediata da renda. E, nesses casos, como funciona o seguro dos aplicativos como iFood, 99, Uber, Rappi, Loggi e Lalamove?

O crescimento dos entregadores e o aumento dos acidentes
Nos últimos dois anos, o número de pessoas que trabalham por aplicativo cresceu 35%, segundo pesquisa do Cebrap em parceria com a Amobitec. Hoje, são cerca de 2,2 milhões de brasileiros atuando como entregadores e motoristas, sem contar aqueles que trabalham informalmente nas plataformas.
A renda média também varia: entre R$ 2.669 e R$ 3.581 para entregadores, e entre R$ 3.083 e R$ 4.400 para motoristas, em jornadas de cerca de 40 horas semanais. Mas para aumentar o ganho, muitos acabam estendendo a jornada, ultrapassando limites físicos e emocionais. O resultado? Mais cansaço, mais exposição e, consequentemente, mais acidentes envolvendo entregadores.
O que acontece quando o entregador sofre um acidente?
Quando um entregador sofre um acidente e fica sem poder trabalhar, a situação financeira desmorona rapidamente. É nesse momento que entra o seguro oferecido pelos aplicativos, que pode trazer algum alívio. Mas atenção: nem sempre a cobertura é clara, e muitos entregadores deixam de receber valores que realmente têm direito.
As principais coberturas incluem:
- Despesas médicas, hospitalares e odontológicas — até R$ 15.000, via reembolso ou rede credenciada;
- Diária por incapacidade temporária — de R$ 300 a R$ 1.500, por até 30 dias, conforme o grau da lesão;
- Indenização por invalidez permanente — até R$ 100.000;
- Morte acidental + auxílio funeral — até R$ 120.000 + R$ 5.000 para a família.
Seguro para entregadores: atenção aos detalhes
Dependendo do tipo de lesão, os aplicativos podem pagar apenas despesas médicas ou a diária por incapacidade temporária. Porém, com a ajuda da Mais Indenizações, o entregador acidentado consegue acionar a cobertura correta e garantir a indenização integral que realmente se enquadra no seu caso.
Infelizmente, muitos entregadores relatam que, após um acidente, o suporte das plataformas não vem no momento adequado: falta de retorno, pagamentos inferiores a R$300,00, negativa de sinistro, entre outros. É justamente por isso que ter orientação especializada faz toda a diferença para não perder direitos.
Se você é entregador do iFood, 99, Uber, Rappi ou outra plataforma e sofreu um acidente, saiba que pode ter direito a valores que ainda não recebeu. Procure quem realmente entende e garanta sua tranquilidade neste momento difícil.
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Fontes: UOL Notícias, Institucional iFood, G1, Economia UOL